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quarta-feira, dezembro 31, 2008

Encantamentos

a.: Mas...

b.: Não, não estás a perceber..

a.: ... não me digas que ainda acreditas em dragões, princesas encantadas, príncipes mágicos..!

b.: ... isso é outra questão. O que quero dizer é que eu acredito no meu príncipe encantado. No meu. E tu sabes quem é o meu príncipe encantado?

a.: Não... não sei.

b.: É um homem comum, só que é um homem que sabe sentir-me. Sim, eu ainda tenho um encantamento que não quero ver quebrado.


(para ti, que estás longe. Perto de Glastonbury.)

sexta-feira, outubro 03, 2008

Só Para Dizer..


ich liebe dich أنا أحبك Обичам те

te amo miluji tě 我爱你

나는 당신을 사랑합니다 volim te jeg elsker dig

milujem ťa ljubim te mahal kita

minä rakastan sinua je t'aime Σε αγαπώ

אני אוהב אותך ik hou van jou aku cinta kamu

ti amo 愛しています es mīlu tevi

aš tave myliu jeg elsker deg kocham cię

te iubesc i love you я тебя люблю

волим те jag älskar dig я тебе люблю

tôi yêu bạn …


Amo-te.

terça-feira, dezembro 11, 2007

Adeus

Já não te vou encontrar mais, pois não?

.. Não mais me vais perguntar se te podes sentar na mesa, para beber o copo que foste buscar ao bar, nos artistas.

Ainda não acredito que o teu olhar perspicaz, o teu sorriso malandro e a boa disposição inteligente que te vestiam já não pertencem a este plano.

Não quero acreditar, mas vou ter que acreditar.


Para o R.

quarta-feira, novembro 28, 2007

Lavagem ao Ego


"És preciosa naquilo que fazes ao mundo"

Há palavras que calham tão bem. E quando caem no tempo perfeito?

Nem tu sabias o que eu precisava de ouvir isso. Nem eu própria sabia.

Obrigada!

É tão bom ter amigos, não é?

terça-feira, outubro 16, 2007

Argh!!

Estou danada!

Arghhhhhhhhhh!

Votos? De quê? Promessas do quê?

O único compromisso que quero ter nesta altura é comigo. Permitem-me que o tenha?

Não há paciência para cobranças. Já me chegam as finanças que até na compra de um chocolate me cobram a merda do imposto de valor acrescentado. E porquê? Porque é doce? Ou porque simplesmente querem cobrar?

Estou farta que me peçam definições daquilo que sou. Olha, não tenho nenhuma. Gostas assim? A mim parece-me que gostas. Porque acredita, acredita, a partir do momento em que me definir não vais achar piada nenhuma. Deixo ter piada. Pronto. Sabes porquê? Porque a partir daí olho para ti e digo-te adeus. Aí tens uma definição. Não gosto de pressão.

Não quero pressões. E não, não tenho medo do compromisso. Tenho é medo não estar a escolher em pé de igualdade. É isso. Queres definições? Defino-me a partir do momento em que estivermos a subir no mesmo degrau. Pode ser? Olha, tenho essa vontade. Chama-lhe capricho.

Estou em vias de explodir. Dá graças por eu só ter uma crise "existencial" de quando em quando. É uma mania que tenho. De vez enquando apetece-me falar. Coisa rara, bem sei, apetecer-me falar. É que as vezes não tenho paciência para te ouvir. Gosto de estar em silêncio, leva lá com esta definição.

E mais uma coisa, não quero votos nem promessas. Eu não vivo de palavras. Aprendi, da forma mais convincente, de que essas, as palavras, quando coladas de emoção unem as pessoas através de um fio invísivel que perdura mais do que uma vida.

Lamento, é tudo o que posso dar agora. Chega?

sábado, maio 12, 2007

O Verbo "Ajudar"

Já passaram por mim mais de 100 pessoas no processo de selecção. É muita gente. Demasiada informação para ser pensada.

Tive algumas entrevistas marcantes. Umas pela excelência, outras pela pobreza e outras ainda pelo insólito.

Ontem, entrevistei uma colega de psicologia clínica. Não a conhecia. Fiquei com pena da "minha" (se é que é minha) classe. Eu sei que não anda propriamente fácil arranjar emprego na nossa área. Entendo perfeitamente a necessidade de trabalhar, ainda para mais com uma bolsa de formação aliciante. Mas eu fico doente, juro que fico doente quando me aparecem pessoas que nem sabem ao que vêm. Numa de três possibilidades de inscrição, escolhem a única que tem uma sigla. Pergunto se sabe o que quer dizer e responde-me que não. Pergunto qual é o interesse e diz-me que é muito. Eu pergunto, mas como é que pode ter interesse naquilo que se inscreveu, se não sabe o que é?!? ... Informem-se antes de vir à entrevista.

Hoje, mais uma psicologa clínica. Em 20 minutos, repetiu 40 vezes o verbo ajudar. Diz que não sabe qual é o sonho dela. Entrou para psicologia porque queria ajudar os outros (é bonito, mas pouco profundo). Tirou psicologia porque quer ajudar os outros (é repetitivo e pode tornar-se compulsivo). No futuro vê-se a ajudar os outros com a prática da psicologia (é doentio e já estamos no campo do delírio psicótico). Mais uma vez e em consonância com a colega anterior, escolheu a sigla das 3 possibilidades de inscrição. Dizia que queria ajudar as pessoas do ponto de vista dos alimentos, é o que ela entendia por HACCP. .... É o desespero total. Só não sei se é o meu, se é o dela.

.... Escusado será dizer, mas vou dizer, perdi as estribeiras. Onde andam vocês, enquanto tiram o curso de psicologia? No 12º ano, quando se tem psicologia pela primeira vez, é natural que sintam vontade de ajudar o outro. Quando terminam o curso, percebem que não podem ajudar? Até podem dar o pino e a cambalhota de seguida. Ajudar, não. Podem ser peritos em técnicas de mundança de comportamento e podem ser facilitadores ou canais de mudança. Ajudar não. Podem ser espelhos de acolhimento e entendimento. Ajudar? Ajudem-se a vocês próprios na vossa senda pessoal. Podem iluminar, mas o outro e somente o outro é que pode ligar o seu próprio interruptor.

Quando isto terminar.... vou ver se arranjo tempo para escrever um livro. Há tanto material para ser usado que dava para escrever uma triologia.

Ps: Mais uma dica: não olhar a(o) entrevistador durante os 20 minutos de duração da entrevista não é bom sinal. Mas agrava-se a partir do momento em que estão sistematicamente a olhar para o antebraço. Mais ainda, é gritante quando passam a mão pela língua para limparem o dito antebraço.

segunda-feira, abril 16, 2007

:)


Meus amigos. Tenham cuidado com o peçam porque pode acontecer!

No post de 7 Março pedi uma mudança. Pedi um novo trabalho, afirmei o que queria. Passado meia hora a ter escrito o post, o telefone toca. Estavam a ligar-me para ir a uma entrevista nesse mesmo dia.

Fui à entrevista, não acreditei que fosse ser seleccionada.

O meu contrato terminava no dia 9 de Abril. Ainda me restavam 11 dias de férias, que andava louca para ter. E que ainda ando mais maluca para ter. Quanto mais desejo parar, menos oportunidades a vida me dá.

Passado duas semanas dessa entrevista fui chamada para uma segunda entrevista. O meu sentido de orientação é fantástico, tenho uma memória fotográfica. Nunca me tinha perdido...No dia 21 tinha entrado de férias e comecei a dar formação. Precisamente nesse dia, que disse na primeira entrevista, que iria estar disponível para entrar no novo trabalho, ligaram-me a perguntar se podia ir à segunda entrevista. Fui dar a formação, perdi-me.. andei mais de uma hora e meia perdida. Dei a formação. Cheguei atrasada à entrevista e fui seleccionada.

Formação para dar, entrevistas de trabalho, consultas de psicologia clínica, seminário final do projecto insertjovem, relatório de avaliação final do projecto, adaptação ao novo local de trabalho e compra de um carrinho novo. A tudo isto junta-se muito cansaço. E também muitas desculpas a pedir a todos os que me ligam e que eu não respondo em retorno.. ou porque estou a trabalhar ou porque estou a dormir. No próximo fim de semana vou colocar em dia os telefonemas, os cafés, os agradecimentos e tudo e tudo e tudo. Acho que agora finalmente começo a entrar no novo ritmo de vida.

A secretária não tem vista para o mar. Mas as pessoas tratam-me com muita consideração.

Peçam e ser-vos-á dado...

sexta-feira, março 09, 2007

28!

A corrida para os 30 vai num passo acelerado!

Roteiro do dia:

- receber os parabéns das pessoas fantásticas que conheço;
- receber as pessoas na minha futura casa com um bolinho, um vinho, muita alegria e com uma lágrima ao canto do olho;
- celebrar uma nova etapa da minha vida.

É só mimos e ainda são 9h50 da manhã! O dia promete!

quarta-feira, março 07, 2007

Procura-se..

Local de trabalho que apresente condições físicas e de relacionamento com os colegas perfeitas.

Condições físicas do ambiente de trabalho:
- secretária com vista para o mar (é negociável)
- computador e impressora
- telefone
- sala não partilhada com mais ninguém ou então com muita gente divertida e descontraída (algo parecida com o ambiente de trabalho da equipa do Google)
- horário de trabalho flexível...

Relacionamento com os colegas:
- perfeito;
- ninguém chega ao trabalho de trombas;
- as pessoas sabem comunicar;
- ninguém quer lixar ninguém;
- todos cooperam para um objectivo em vez de andarem às aranhas com porcarias que não interessam a ninguém e que só fazem perder tempo a quem tem mais do que fazer;
- todos dão o seu melhor para criar um ambiente saudável e não poluído de intrigas, insatisfação, frustração e angústia - ou seja, gostam daquilo que fazem e são pessoas resolvidas.

Oferece-se:
Psicóloga Clínica - uma boa profissional com espírito de sacríficio, criativa, organizada e que gosta de rir. Ultimamente parece que desaprendeu a rir. Mas reaprende com grande facilidade as coisas boas que antigamente eram parte integrante da sua natureza.

segunda-feira, janeiro 22, 2007

Agenda


Mala para isto, mala para aquilo, mais uma coisinha e ainda mais outra... E não cabe tudo o que se quer levar... e o mais grave: quase que não sobra espaço para a roupa! É o drama..


Bem, lá vou eu para o Porto com uma reunião com uma ordem de trabalhos do tamanho de uma lista de compras de mercearia para o mês, numa casa onde habitam 10 pessoas. Ou talvez um bocadinho maior.


E na descida até ao Algarves uma pausa de dois dias em Lisboa à espera de novo comboio.


Pode ser que dê para esquecer Faro nos próximos dias.


terça-feira, novembro 14, 2006

Namaste



Ontem antes de ir ver a "Lula e a Baleia" (obrigada pela dica Bisturi, é um verdadeiro hino às famílias disfuncionais), que aconselho vivamente a verem se tiverem a possibilidade, estava a falar com uns amigos sobre música. Veiram à baila os Blasted Mechanism.. e lembrei-me de uma conversa que tive com o Amorphico a esse respeito. E pensei... o youtube, que tem tudo e mais alguma, deve ter o "famoso" excerto que me ficou na memória. Pelo espanto e pelo silêncio que deixou na plateia. E eis que tinha.

"Namaste para todos. Obrigado ao Criador. Obrigado ao planeta Terra. Obrigado ao Prof. Agostinho da Silva por nos ter ensinado que ser poeta é ser livre."

Discurso de agradecimento bonito, não é?

A propósito de Agostinho da Silva, deixo eu agora uma dica. Vejam as "Conversas Vadias", se puderem. Faz bem à alma ouvir falar alguém assim... tão grandioso.

Namaste!

terça-feira, outubro 24, 2006

Free Hugs Campaign.


Achei tão bonito.

Arrancou-me um sorriso.

Encontrei-o no blog da Mafalda Veiga.

Não se parece com o abraço “Nova Era” cheio de mel e maionese, parafraseando a Bisturi.

Vai um abraço?

segunda-feira, setembro 25, 2006

1 Ano


Um ano de devaneios escritos e outros tantos que ficaram por serem falados.

Um agradecimento aos comentários simpáticos que deixam por aqui e na minha caixa de correio.

quarta-feira, setembro 20, 2006

Férias



Ando a pensar nisso. Ai ando.. ando..

Achei este local interessante.. "Aldeia da Mata Pequena". Aparenta ser bom sítio para relaxar e encontra-se perto de mais locais que são merecedores de uma visita.

Também já pensei num SPA.

Barcelona continua a aparecer-me através de sinais que já ultrapassam a mera coincidência.

Em última análise estrear a casa e ficar lá fechada, com telemóvel desligado e sem qualquer horário para cumprir.. não deixa de ser uma opção.

Daqui a 15 dias...!! Já faltou mais para o Descanso!

sexta-feira, setembro 08, 2006

É ele.. É ELE


Há uns 4 ou 5 anos atrás, liguei-te.

Liguei-te para me relembrar de ti.

Liguei-te porque queria saber como estavas a recomeçar a vida aí para os lados de Lisboa.

Liguei-te para matar saudades do tempo em que estávamos juntas quase todos os dias e em que tínhamos conversas intermináveis sobre tudo e sobre nada. Mas onde quase sempre falávamos do Amor e dos relacionamentos que tivemos, tínhamos e que gostaríamos de vir a ter.

“- Olá! Como estás??
- Estou bem e tu? Olha estou aqui com ele. (tudo dito quase que num sussurro..)
- Estou bem! Bem isso parece que se está a tornar sério.. que bom!
- Sabes Telma.. eu sei que o que te vou dizer pode parecer a maior estupidez do mundo.. Mas.. eu sei que é ele, é o tal.
- hã?!?!?
- Sim, encontrei o Ele da minha vida. (com um misto de ternura, alegria e certeza)"


Até hoje me lembro deste telefonema. E recordo-me de pensar: “como saberá ela isso?!?!!..”. E depois claro, a conversa mental que se passou na minha cabeça: "Será que tem que haver uma pessoa até ao final da nossa vida? E se há, que coisa dificil.. andar à procura até encontrar... "

Até hoje me questiono sobre o porquê dessa certeza inabalável. Pode ser que amanhã, em plena Arrábida, te pergunte como sabias, sabes e saberás. Ou então, aproveito para ficar simplesmente quieta e calada... :) Amanhã vou assistir e partilhar da tua alegria quando disseres esse afamado sim e ouvires o desejado sim.

Muitas Felicidades!!
Muito Amor de Qualidade na tua vida minha querida Amiga.

sexta-feira, agosto 04, 2006

Contratempos



"Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes, mas não esqueço de que a minha vida é a maior empresa do mundo. E que posso evitar que ela vá à falência. (...) Pedras no caminho? Guardo todas, um dia vou construir um castelo."

Fernando Pessoa

quinta-feira, julho 13, 2006

Pensamento do Dia




Se a maldade fosse um posto de trabalho, nunca iria ter falta de pessoal qualificado.

Sim, hoje não é dia. E já começam a ser muitos dias como este.

Mas eu continuo a querer acreditar que no fundo somos todos boas pessoas.

segunda-feira, maio 22, 2006

Dias Cinzentos



Apetece-me escrever. Só não sei sobre o quê. Até na escrita se reflecte o meu estado actual: uma melancolia que se instala, que se encosta e que se perde na minha sombra. Apetece-me gritar por socorro. Apetece chorar-me e mergulhar na dor. Apetece-me ser alguma coisa que não eu.

Não, afinal não me apetece nada disso. Afinal gostaria de ser eu. Quero ser aquilo que nasci para ser, e já! E não venham com merdas de ensinamentos que ainda estou na preparação daquilo que nasci para ser. Não acredito em tal coisa, não existe tal coisa. Ou somos ou não somos aquilo que nascemos para ser, não há preparação para tal coisa. Ou somos ou não somos. Ou estamos no caminho que é um reflexo daquilo que somos ou não estamos. E eu não sou aquilo que deveria de ser. Sou um espectro que vive na sombra daquilo que poderia ser. Sou uma ferida aberta que não cura. Sou um estar que não está. Sou a pouca coragem que pede coragem. Sou a tristeza que pede alegria. Sou a vida que pede vida. Sou o sonho que pede que tome forma. Sou o sentir que pede para sentir mais. Sou a loucura que se pede loucamente sã. Sou o abismo que pede o salto.
Não sou nada.
Em todo o instante boicoto a entrada nesse estar que sou eu. E aí sim, acredito. Sim, a todo o instante temos o poder de escolher. E eu escolho estar miseravelmente perdida na dor e de não estar a ser eu como poderia ser.

E agora sim, vou gritar: "Socorro!!! … Salva-te de ti mesma."

Afinal, já não me apetece escrever.

quinta-feira, maio 18, 2006

Estares

Imagem de Joseph Cusimano


Desde muito cedo que me identifico com as linguagens que apelam ao meu lado intuitivo. Estas linguagens sempre produziram em mim um fascínio inexplicável. E são elas que conseguem dar imagens de tudo aquilo que vejo, sinto, intuo e que penso num pensamento que é demasiado rápido para ser falado.

Gosto por isso mesmo de estudar para além da Psicologia e do ser humano, o Tarot, a Astrologia, a Mitologia e Metafísica… pelo caminho ficaram inúmeros contactos com outras expressões de comunicação catalogadas de esotéricas. As que referi, no entanto, permaneceram ou permanecem de uma forma mais ou menos metódica.

Sempre, ou melhor dizendo, quase sempre que alguém sabe que dedico alguma parte do meu tempo, dinheiro e energia a essas questões… dá-se quase como que um choque. A outra pessoa quer entrar numa luta de ideologias e numa guerra de palavras sem sentido. Numa primeira etapa eu encarava esse encontro como sendo uma verdadeira luta, e como nas lutas há sempre alguém que ataca eu colocava-me numa posição onde a defesa era o estar perfeito, o oposto complementar. Gradualmente, fui conquistando um estar em que não preciso de entrar em discussões sem sentido e cujo o propósito único é alimentar a intolerância e a ignorância de quem fala daquilo que não sabe. Esta última frase pode parecer arrogante… Mas eu não posso falar de conceitos de física, sem saber sequer o que é a física... se não souber, coloco-me numa posição em que gostaria de aprender. Não num monólogo surdo em que se remetem mil e uma questões que nem se querem ver respondidas.

Eu não me importo com facto de muitos de vós despenderem do vosso tempo, dinheiro e energia com o futebol. Não critico, nem tento de alguma forma questionar o vosso estar na vida. É o vosso, e nada tem que ver com o meu. O vosso estar não coloca em causa o meu. Não me sinto ofendida, nem atacada por essa opção. Não vos questiono se acreditam no Futebol. Eu acredito no respeito, na tolerância e na liberdade e vocês?