É impressão minha ou o blogger anda com personalidade própria???
Dá uma série erros criativos de cada vez que tento fazer comentários.. e como se não bastasse não me está a permitir mudar o layout do blog..! Isto, fora outros pormenores deliciosos de cada vez que tento postar.
Serei eu?
Serão os meus trânsitos de Urano?
Ou será do tempo?
Seja o que fôr.. peço desculpa a quem recebeu entre 2 a 10 comentário meus no mesmo post. (sim, eu sou insistente..eu quero mesmo comentar..) Comentário muito parecidos...! Agora, já tenho o bom senso de copiar o comentário antes de tentar submete-lo. Nunca se sabe qual será o erro surpresa a aparecer...
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quinta-feira, janeiro 29, 2009
quarta-feira, janeiro 21, 2009
Triste, Verdadeiramente.
E depois de mais de 100 telefonemas, entre ontem e hoje, perguntam-me: como estás?
Verdadeiramente triste. Não, eu não trabalho como operadora de telemarketing.. e não tem nada que ver com o registo sensual e sedutor da minha linda voz.
Da última vez que vi o meu descritivo de funções, acho que era Técnica de Projectos... mais concretamente Coordenadora Pedagógica de Formação.
Hoje, apetece-me ser um NADA redondo.
Verdadeiramente triste. Não, eu não trabalho como operadora de telemarketing.. e não tem nada que ver com o registo sensual e sedutor da minha linda voz.
Da última vez que vi o meu descritivo de funções, acho que era Técnica de Projectos... mais concretamente Coordenadora Pedagógica de Formação.
Hoje, apetece-me ser um NADA redondo.
terça-feira, outubro 30, 2007
TMN?
TMN?
Varrida a 1.
O ridículo do funcionamento do sistema. Como consumidora quero alterar um tarifário e perguntam-me porquê. (aqui já fico a pensar um bocadinho… porque carga de água tenho que justificar a minha vontade em não querer mais aquela adesão?? … ainda assim respondo que já não lhe dou a utilização inicial aquando da adesão do mesmo).
A senhora depois da minha resposta diz-me, “aguarde um momento por favor que vou verificar..”
E eu penso para os meus botões.. “verificar o quê?”
Mal termina a palavra verificar, espeta-me com uma música dos da weasel que já enjoa só de pensar nela.
Volta a falar comigo e diz-me.. “mas você tem utilizado com muita frequência o nosso serviço.” Que carga de nervos. Desde quando dei permissão para acederem aos meus registos telefónicos??
Ao que eu respondo: “e então?”
A senhora ficou desmontada. Isto porque no manual de instruções às respostas a dar aos clientes não deve estar lá o ponto que faz referência a perguntas do tipo “e então?”.
Gagueja e depois afirma: “ah isso quer dizer que está satisfeita com o nosso serviço..”
“Até posso estar, mas isso agora não interessa. O que eu quero mesmo é que ele seja desactivado. Tão somente isso e não creio que o contrato que NÃO tenho com a TMN me obrigue a justificar a minha decisão de não querer continuar a aderir ao serviço. É possível dar resposta ao meu pedido?”
Telefonista: “Concerteza… posso ajudá-la em mais alguma coisa?”
“Pode, claro. Quero desactivar um outro serviço ao qual aderi sem me aperceber numa mensagem que enviaram.”
Resposta: “Lamento, mas para desactivar outro serviço tem que voltar a ligar.”
?!?!?!
Engraçado. Para aderir não há complicações nem perguntas.
E eu que dava pouco uso ao meu 91…
Varrida a 1.
O ridículo do funcionamento do sistema. Como consumidora quero alterar um tarifário e perguntam-me porquê. (aqui já fico a pensar um bocadinho… porque carga de água tenho que justificar a minha vontade em não querer mais aquela adesão?? … ainda assim respondo que já não lhe dou a utilização inicial aquando da adesão do mesmo).
A senhora depois da minha resposta diz-me, “aguarde um momento por favor que vou verificar..”
E eu penso para os meus botões.. “verificar o quê?”
Mal termina a palavra verificar, espeta-me com uma música dos da weasel que já enjoa só de pensar nela.
Volta a falar comigo e diz-me.. “mas você tem utilizado com muita frequência o nosso serviço.” Que carga de nervos. Desde quando dei permissão para acederem aos meus registos telefónicos??
Ao que eu respondo: “e então?”
A senhora ficou desmontada. Isto porque no manual de instruções às respostas a dar aos clientes não deve estar lá o ponto que faz referência a perguntas do tipo “e então?”.
Gagueja e depois afirma: “ah isso quer dizer que está satisfeita com o nosso serviço..”
“Até posso estar, mas isso agora não interessa. O que eu quero mesmo é que ele seja desactivado. Tão somente isso e não creio que o contrato que NÃO tenho com a TMN me obrigue a justificar a minha decisão de não querer continuar a aderir ao serviço. É possível dar resposta ao meu pedido?”
Telefonista: “Concerteza… posso ajudá-la em mais alguma coisa?”
“Pode, claro. Quero desactivar um outro serviço ao qual aderi sem me aperceber numa mensagem que enviaram.”
Resposta: “Lamento, mas para desactivar outro serviço tem que voltar a ligar.”
?!?!?!
Engraçado. Para aderir não há complicações nem perguntas.
E eu que dava pouco uso ao meu 91…
terça-feira, outubro 16, 2007
Argh!!
Estou danada!
Arghhhhhhhhhh!
Votos? De quê? Promessas do quê?
O único compromisso que quero ter nesta altura é comigo. Permitem-me que o tenha?
Não há paciência para cobranças. Já me chegam as finanças que até na compra de um chocolate me cobram a merda do imposto de valor acrescentado. E porquê? Porque é doce? Ou porque simplesmente querem cobrar?
Estou farta que me peçam definições daquilo que sou. Olha, não tenho nenhuma. Gostas assim? A mim parece-me que gostas. Porque acredita, acredita, a partir do momento em que me definir não vais achar piada nenhuma. Deixo ter piada. Pronto. Sabes porquê? Porque a partir daí olho para ti e digo-te adeus. Aí tens uma definição. Não gosto de pressão.
Não quero pressões. E não, não tenho medo do compromisso. Tenho é medo não estar a escolher em pé de igualdade. É isso. Queres definições? Defino-me a partir do momento em que estivermos a subir no mesmo degrau. Pode ser? Olha, tenho essa vontade. Chama-lhe capricho.
Estou em vias de explodir. Dá graças por eu só ter uma crise "existencial" de quando em quando. É uma mania que tenho. De vez enquando apetece-me falar. Coisa rara, bem sei, apetecer-me falar. É que as vezes não tenho paciência para te ouvir. Gosto de estar em silêncio, leva lá com esta definição.
E mais uma coisa, não quero votos nem promessas. Eu não vivo de palavras. Aprendi, da forma mais convincente, de que essas, as palavras, quando coladas de emoção unem as pessoas através de um fio invísivel que perdura mais do que uma vida.
Lamento, é tudo o que posso dar agora. Chega?
Arghhhhhhhhhh!
Votos? De quê? Promessas do quê?
O único compromisso que quero ter nesta altura é comigo. Permitem-me que o tenha?
Não há paciência para cobranças. Já me chegam as finanças que até na compra de um chocolate me cobram a merda do imposto de valor acrescentado. E porquê? Porque é doce? Ou porque simplesmente querem cobrar?
Estou farta que me peçam definições daquilo que sou. Olha, não tenho nenhuma. Gostas assim? A mim parece-me que gostas. Porque acredita, acredita, a partir do momento em que me definir não vais achar piada nenhuma. Deixo ter piada. Pronto. Sabes porquê? Porque a partir daí olho para ti e digo-te adeus. Aí tens uma definição. Não gosto de pressão.
Não quero pressões. E não, não tenho medo do compromisso. Tenho é medo não estar a escolher em pé de igualdade. É isso. Queres definições? Defino-me a partir do momento em que estivermos a subir no mesmo degrau. Pode ser? Olha, tenho essa vontade. Chama-lhe capricho.
Estou em vias de explodir. Dá graças por eu só ter uma crise "existencial" de quando em quando. É uma mania que tenho. De vez enquando apetece-me falar. Coisa rara, bem sei, apetecer-me falar. É que as vezes não tenho paciência para te ouvir. Gosto de estar em silêncio, leva lá com esta definição.
E mais uma coisa, não quero votos nem promessas. Eu não vivo de palavras. Aprendi, da forma mais convincente, de que essas, as palavras, quando coladas de emoção unem as pessoas através de um fio invísivel que perdura mais do que uma vida.
Lamento, é tudo o que posso dar agora. Chega?
terça-feira, agosto 08, 2006
É Oficial
A loucura é o prato do dia. Ainda dizem que há vidas pouco emocionantes. Basta sair com dedo grandão do pé porta fora e tudo acontece. Saíam de casa meus amigos, e aproveitem a grandeza da luz e da estupidez humana. E tudo, mas tudo acontece.
Em vez de campeonatos de futebol que movem massas, dever-se-ia inventar campeonatos de estupidez, ignorância e atrocidade. Aliás deveriam existir olimpíadas só para isso. Os fanáticos da estupidez poderiam passar a colocar-se em causa, visto que estariam numa posição privilegiada de observação. E não é assim que todos nós aprendemos? Por observação e imitação??!… O simples facto de ver a coisa a tomar contornos estupidificantes poderia ajudar na tomada de consciência… e na sua consequente mudança de comportamento. Ou então não, iria aumentar em exponencial este tipo de comportamentos…
Ps: conversa com um amigo depois da apresentação do texto...
"Sais a que horas?"
ao que eu respondo...
"Tarde demais"
quinta-feira, julho 13, 2006
Pensamento do Dia
Sim, hoje não é dia. E já começam a ser muitos dias como este.
Mas eu continuo a querer acreditar que no fundo somos todos boas pessoas.
Mas eu continuo a querer acreditar que no fundo somos todos boas pessoas.
quinta-feira, maio 18, 2006
Estares
Desde muito cedo que me identifico com as linguagens que apelam ao meu lado intuitivo. Estas linguagens sempre produziram em mim um fascínio inexplicável. E são elas que conseguem dar imagens de tudo aquilo que vejo, sinto, intuo e que penso num pensamento que é demasiado rápido para ser falado.
Gosto por isso mesmo de estudar para além da Psicologia e do ser humano, o Tarot, a Astrologia, a Mitologia e Metafísica… pelo caminho ficaram inúmeros contactos com outras expressões de comunicação catalogadas de esotéricas. As que referi, no entanto, permaneceram ou permanecem de uma forma mais ou menos metódica.
Sempre, ou melhor dizendo, quase sempre que alguém sabe que dedico alguma parte do meu tempo, dinheiro e energia a essas questões… dá-se quase como que um choque. A outra pessoa quer entrar numa luta de ideologias e numa guerra de palavras sem sentido. Numa primeira etapa eu encarava esse encontro como sendo uma verdadeira luta, e como nas lutas há sempre alguém que ataca eu colocava-me numa posição onde a defesa era o estar perfeito, o oposto complementar. Gradualmente, fui conquistando um estar em que não preciso de entrar em discussões sem sentido e cujo o propósito único é alimentar a intolerância e a ignorância de quem fala daquilo que não sabe. Esta última frase pode parecer arrogante… Mas eu não posso falar de conceitos de física, sem saber sequer o que é a física... se não souber, coloco-me numa posição em que gostaria de aprender. Não num monólogo surdo em que se remetem mil e uma questões que nem se querem ver respondidas.
Eu não me importo com facto de muitos de vós despenderem do vosso tempo, dinheiro e energia com o futebol. Não critico, nem tento de alguma forma questionar o vosso estar na vida. É o vosso, e nada tem que ver com o meu. O vosso estar não coloca em causa o meu. Não me sinto ofendida, nem atacada por essa opção. Não vos questiono se acreditam no Futebol. Eu acredito no respeito, na tolerância e na liberdade e vocês?
quarta-feira, maio 10, 2006
Há Dias Assim
Confesso que estou um pouco irritada, diria até profundamente enraivecida. Dizem que é bom que estes sentimentos aflorem no nosso íntimo, com a delicadeza e subtileza característica dessas emoções. Eu pessoalmente fico mais irritada só de pensar que estou irritada. Quando sinto então que estou irritada, a coisa toma proporções inimagináveis. Pelo menos interiormente. É a isto que os experts denominam de raiva voltada para dentro…
Quando se fala em irritação, penso eu, temos também que falar da direcção que a irritação toma. Ou seja, qual o objecto/alvo dessa irritação. Confuso?
Nós não estamos irritados pela simplicidade e pela leveza que esse sentimento nos proporciona. Estamos irritados, por exemplo, porque uma mosca lembrou-se de existir e passar pelo nosso campo de visão. Ou então, porque houve alguém que fez alguma coisa que nos desagradou (geralmente aquelas pessoas que conhecemos ou julgamos conhecer mais profundamente)... Ou então, porque acordámos com esse sentimento… (mas, para acordar com esse sentimento, alguma coisa andamos a remoer inconscientemente para essa irritação nos despertar logo pela manhã)
Pois bem, hoje fui invadida por uma das minhas pequenas e doces irritações. Daquelas que consomem alguma da minha energia anímica-mental. A que questão que se impõe é: o que fazer então com este extra de energia que me acompanha?
a) Esmurrar a primeira pessoa que esboçar um sorriso simpático e que me trate bem?
b) Contribuir graciosamente para o mal estar geral de todos aqueles com quem estou no dia de hoje? E, permitir assim que esta irritação seja contagiante tal qual como um vírus gripal mutante que suavemente se propaga a uma velocidade vertiginosa?
c) Comprar um saco de boxe e colar uma fotografia de alguém e/ou da situação que me “incomoda”?
d) Fazer uma sessão de relaxamento e visualização? Imaginar que uma luz branca percorre o meu corpo, e que estou sentada numa nuvem felpuda a inspirar essa luz branca e expirar um fumo cinzento correspondente às sensações negativas que estou a guardar no meu intimo…
e) Fingir que afinal não estou assim tão irritada e que não há nada que me esteja a incomodar? ... afinal, é apenas uma pequena comichão no dedo mindinho do pé.
f) Todas as anteriores.
g) Nenhuma das anteriores.
Curiosamente, só o facto de ter "falado" da irritação fez-me sentir bem melhor..
Bem, agora vou trabalhar a minha Assertividade.
Até já.
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