terça-feira, fevereiro 10, 2009
IUPII!
Na sequência do turbilhão de emoções levadas ao extremo nos passados dias, resolvi ver qual o trânsito astrológico seleccionado pelo site astro.com.
.. Como não tenho palavras que possam descrever o que se passa comigo, vou copiar o trânsito seleccionado para o dia de hoje.
Maior conscientização
Válido durante muitos meses : Este trânsito, que ocorre por volta dos vinte e oito anos, faz as pessoas se conscientizarem que são adultas. Você provavelmente julgará inadequadas todas as estruturas de vida que a vêm acompanhando desde a infância e a adolescência. Reconhece que cresceu e quer assumir seu lugar entre os adultos, deixando de ser considerada uma criança. Por isso, procurará tornar-se independente das limitações que a prendiam enquanto criança, tentando definir sua forma de pensar o mundo. Se antes achava bom que houvesse consenso no modo de pensar de seu círculo de amigos, você talvez mude de idéia agora. Enquanto era uma jovem adulta, relativamente insegura da própria auto-suficiência, isso pode ter funcionado bem. Daqui por diante, você quer ter seu próprio modo de pensar.
É provável que neste momento você mude significativamente sua vida, a fim de atingir uma expressão mais perfeita de sua individualidade. Talvez decida romper com um relacionamento íntimo para livrar-se das restrições que ele lhe impõe, buscando relacionamentos mais adequados a suas necessidades.
Trânsitos selecionados para hoje: Urano Trígono Urano, exato às 18:15 Período ativo do início de Abril 2008 até o início de Março 2009
A propósito o relacionamento intímo... é o relacionamento com o meu trabalho!
Vamos VOAR? Vamos...!
sexta-feira, fevereiro 06, 2009
Foi Hoje..
Hoje, agora mesmo, despedi-me do meu trabalho. E com essa luta, que hoje se deu por terminada, as lágrimas somadas são um rio a correr com uma violência gritante. Será que é desta que consigo regressar ao mar? É que, novamente, a vida quer voltar a surgir em mim.
segunda-feira, fevereiro 02, 2009
Back to reality!
... Resta agarrar-me aos encontros deliciosos que tive este fim de semana. Porque esse pensamento deixa o meu coração a transbordar de alegria. Tive reencontros e encontros maravilhosos! Vou usar desta energia tão bonita e, certamente conseguir trabalhar e suportar este inicio de semana tãooo pesado.
sexta-feira, janeiro 23, 2009
quarta-feira, janeiro 21, 2009
quarta-feira, janeiro 14, 2009
Menos Já Começa a Ser Demais
quarta-feira, outubro 15, 2008
Dos Chavões
A maravilha das frases feitas é uma daquelas coisas que continua a deixar-me surpreendida pela negativa.
Já não suporto ouvir a mesma coisa em momento críticos. “És forte! Tu consegues superar e dar a volta..! És uma menina muito forte. Vais ver que isso não é nada.”
O que dizer?
Obrigada pelo elogio!
Ou talvez,
Obrigada pelo voto de confiança!
Ou então e que tal,
Para ti também!
Não me leve a mal quem quer que eventualmente já me tinha dito algo parecido. É que hoje, particularmente hoje, soube-me tão mal ouvir aquilo que não me deixa chorar.
Enquanto falava, estava a pedir colo para chorar. Queria mimo para consolar a dor que teima
Queria descansar. Sabem? Aquele descanso do guerreiro. Descansar da luta só por agora, para depois voltar à carga ainda com mais força. Queria um momento de paz, por muito incerta que ela possa ser. Queria silêncio num abraço apertado.
Não pode haver força sem fragilidade. Hoje era um momento desses.
Quando se ouve um chavão daqueles, só apetece gritar desesperadamente e fugir. Só queria mimo. Hoje, só queria mesmo era colo. Porque hoje, não conseguia ter força para ser forte.
segunda-feira, setembro 22, 2008
Tempos Difíceis
Pergunta 1:
- Sabes de uma coisa? Sabes qual é o teu problema?
- … Sei lá, são tantos.
- Não, não são tantos. O teu problema é seres demasiado inteligente. E isso atrapalha… não te fazia mal nenhum em seres um pouco burrinha…
Afirmação 1:
Esse processo deveria ser natural. A tua mente esta a atrapalhar… tens que voltar a abrir essas portas que fechaste…
Pergunta 2:
Onde está o teu misticismo? Onde está a Telma? Qualquer dia tornaste naquelas pessoas que tanto odeias… já aprendeste o que era ser formal. Agora avança… já sabes o que é estar desse lado. Retorna a ti.
É uma atrás da outra. Queria sinais. Ora aí estão. Todos os dias aparece um, quase que na forma de uma marretada na cabeça: truz..!
Começa a tornar-se evidente… ou é agora, ou então… não será tão cedo. Não é?
segunda-feira, janeiro 07, 2008
Costuras
Hoje a tristeza costurou-se em mim.
Ela e eu somos uma.
Um gorro de impotência,
um cachecol de falta de ar,
umas luvas de algemas e
umas botas pesadas que não servem para andar.
Apetece-me chorar sem parar. Para ver se sai tudo cá para fora. Não quero mais nada dentro de mim.
…
Ou então, queria magia. Magia para resolver o que parece impossível ser tratável.
quinta-feira, dezembro 13, 2007
terça-feira, novembro 27, 2007
Fragilidades
Será que pelo facto de conseguirmos ver a fragilidade do outro estaremos nós fragilizados também?
Ou então, será por já lá termos estado, que sabemos reconhecer imediatamente aquele sentir?
Mais ainda, evitaremos nós ao máximo esse encontro com o outro fragilizado porque não queremos olhar para dentro de nós e, reconhecer, que aquilo que nos faz comichão no vizinho é uma nossa circunstância interna mal resolvida?
Não sei. Não sei responder a nada disso. Só consigo fazer algumas congeminações mentais que acabam por ser improdutivas e que geram lixo mental.
O que é certo é que o encontro com os outros à minha volta está a deixar-me inquieta. Observo os mundos interiores dos outros e vejo que está tudo a entrar em colapso.
Encontro pessoas cada vez mais tristes. Será que sou que estou demasiado triste e que estou desperta para ver somente estes estímulos externos? Se for esse o caso, reclamo alegria até mim. Reclamo alegria para poder partilhar com os outros.
Vou ao Multibanco olho para o lado e vejo uma senhora a arranjar coragem para se atirar de uma varanda. Senti o terror dela, a tristeza profunda que ela carregava, a dor atroz que a estava a levar a tomar aquela atitude. Ouço-a, ou penso que a ouço a falar com ela. “Jogo-me ou peço por socorro? Se me jogar peço por socorro na mesma..? E será que tenho uma segunda oportunidade se por um momento magoar o meu corpo físico e poder reiniciar do ponto de partida nesta viagem que parece que deixou de ter sentido? Será que aí encontro o sentido? Onde é que estou eu? Não estou em mim, e ainda bem que não estou para não me poder ver. E se me matar, será que tudo termina de facto? E se for penalizada por isso? E se juntar pontos negativos na minha caderneta? E será que alguém vai sentir a minha falta? Porque é que ninguém me ouve? Porque é que ninguém me sente? O que faço com este vazio?”
É uma imagem que não me sai da cabeça. A imagem de alguém que quer acabar com aquilo que ninguém sabe como começou verdadeiramente e qual o objectivo final.
Chamei a polícia e rezei uma oração que saiu de um lugar qualquer de mim e pedi luz para aquela mulher. Não saltou, o apoio chegou atempadamente.
A dor que senti naquela altura, não era a dela... ou como dizer, não era só a dela. Era uma tristeza que vinha das profundezas da terra. Mas o que se passa com o mundo, com todos nós? Não me digam que é um sinal dos tempos. O que é que é isso do sinal dos tempos?
Esse dia foi determinante para mim. E espero que para ela tenha sido um ponto de viragem. E consigo compreender de uma forma mais ou menos elaborada o porquê desse acontecimento significativo e a ressonância interna que ele causou. Se estava a criar rotinas, a partir desse dia, ficou clara a minha necessidade de precisar ainda mais de mim.
segunda-feira, novembro 26, 2007
quarta-feira, novembro 14, 2007
terça-feira, novembro 13, 2007
Da Motivação
Decidi que todas as semanas até ao final de ano vou mudar aquilo que quero mudar. Em cada semana vou introduzindo e mantendo essa alteração.
Semana passada: comecei a ir ao ginásio às 7h da manhã. Cai em mim e percebi que a única hora que tenho como certa é a hora de entrada no trabalho. É deprimente não saber a que horas se sai. Muito embora saibamos que é às 18h. É melhor nem pensar senão... jogo-me de uma ponte qualquer. A motivação de acordar diariamente é dificil de encontrar.. escavo bem lá fundo para a encontrar.
O objectivo é aquilo que tem que estar em mente: cultivar a disciplina e ficar em forma.
Esta semana: comprei finalmente a darbuka. Estou a aprender a tocar. :) Muito barulho, nenhuma técnica e muita vontade de aprender. Divertido!!
Objectivo: cultivar o método, aprender novamente música e quem sabe aprimorar os meus movimentos de dança do ventre.
Para a semana: dedicar uma hora de estudo por dia a uma matéria que ainda vou ponderar a escolha.. Objectivo: manter a mente activa.
Vamos mudar? :D
quinta-feira, novembro 08, 2007
segunda-feira, outubro 22, 2007
Que dores!
Olha, não os tivesses! Arrancá-los é do pior que há.
Queres uma carinha laroca toda inchada à pala da extracção de um siso?
Que dores!! Ainda tenho mais 3 jeitosos para arrancar... só de pensar dá-me arrepios.
segunda-feira, setembro 10, 2007
Não sei..
Nestas encruzilhadas onde me encontro... Não aparecem mais do que dúvidas disfarçadas de responsabilidades vazias de sentido. Podes dar-me A resposta? Não podes pois não? Não, não podes.
Queria ter algumas certezas. Pequenas, não importa. Bastava uma pequena certeza. Era o suficiente para sentir um pouco mais de mim. Entendes? Acho que sim, acho que entendes.
Apetece-me não estar aqui. Mas não sei onde estaria bem. E fosse para onde fosse, tudo isso que me deixa em dúvida, todas essas perguntas, iriam comigo e na minha mala de viagem.
Não dizes nada… Não faz mal. Não importa. Estás aí, não é? É. Não sei é se te consigo arrumar em mim.
sexta-feira, julho 13, 2007
A com H
domingo, junho 24, 2007
Salaam aleikum
Não encontro nada dentro.
...
Vou até à praia, pode ser que esteja lá alguma coisa.
quinta-feira, maio 10, 2007
Nem sempre é fácil...
E nas situações com que nos deparamos, já pensaram?
Eu penso nisso com alguma regularidade. Tento dissecar, analisar e perceber o padrão.
E a vida vai sempre trazendo os testes. Esses, os testes, que aparecem a cada vez com camuflagens mais e mais requintadas, servem para nos alertar da necessidade de apurar os nossos sentidos não sensoriais. Afinam aquilo que precisa ser trabalhado.
Tive mais um desses testes. Reconheci aquela energia a partir do momento em que a vi. Primeiro aquele vício visceral de querer ver, sentir, cheirar, ouvir e gostar. Arrepiei-me e reconheci. "Conheço-te", pensei.
Confirma-se, reconheço-a.
O desejo quer percorre-la. Respirá-la. Cada célula do corpo estremece em sintonia e é permeável a tudo o que não pertence a este mundo. Por momentos a razão deixa de existir e a vontade da entrega é movimento inconsciente.
Lamento-me ao dizer que sim.
Fico triste porque me apetece, mas não me quero em repetição. Mas fico feliz, muito feliz, por saber que já consigo ver antes de lá estar.